domingo, 16 de setembro de 2012

Estudo revela que menos de 20% dos evangélicos mantém o hábito diário da leitura e estudo das Escrituras.



Bíblia Sagrada          Enquanto a maioria dos fiéis o desejo de honrar a Cristo com suas vidas, um estudo recente descobriu que poucos realmente se dedicam à leitura e estudo pessoal das Escrituras.
“Leitura da Bíblia” é um dos oito atributos do discipulado investigado no estudo “Discipulado Transformador” realizado pelo Instituto LifeWay Research. A avaliação proposta visa medir o crescimento espiritual de um indivíduo em cada uma dessas áreas de desenvolvimento. A pesquisa constatou que 90% dos fiéis afirma que desejam “agradar e honrar a Jesus em tudo o que faço”, e 59 % concordam com a declaração: “Durante o dia eu penso em algum momento sobre as verdades bíblicas.”
Embora a maioria concorde com ambas as declarações, existe uma diferença significativa na intensidade disso. Quase dois terços dos fiéis (64 %) concordam fortemente com a primeira afirmação, mas apenas 20 % concordam com a segunda. No entanto, quando perguntado quantas vezes lê a Bíblia pessoalmente (não durante um culto):
•19 % respondeu “todos os dias.”
•26 % dizem que fazem isso “algumas vezes por semana”
•14 % dizem que leem a Bíblia “uma vez por semana”
•22 % dizem que “uma vez por mês” ou “algumas vezes um mês”
•18 % dizem que “raramente/nunca”
O pastor Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research afirmou: “A leitura da Bíblia causa impacto em praticamente todas as áreas de crescimento espiritual. Você pode seguir a Cristo e ver o cristianismo como fonte da verdade, mas se essa verdade não permeiam seus pensamentos, aspirações e ações, você não está totalmente envolvido com a verdade. A Palavra de Deus é a verdade, por isso ler e estudar a Bíblia ainda são as atividades que têm o maior impacto sobre a maturidade espiritual. Você simplesmente não vai crescer na fé se não conhecer a Deus e passar tempo com a Sua Palavra”.
A pesquisa também revela seis ações que impactam positivamente a fé dos cristãos:
1.Confessar que tem falhado e pedir perdão a Deus.
2.Acreditar em Jesus Cristo como o único caminho para o céu
3.Tomar a decisão de obedecer ou seguir a Deus com a consciência de que essa escolha pode ser dolorosa. Sessenta e três por cento dos entrevistados dizem ter feito isso pelo menos uma vez nos últimos seis meses.
4.Orar pela salvação das pessoas que eles conhecem e que ainda não são cristãos.
5.Ler algum livro que contribua para seu crescimento espiritual. Sessenta e um por cento dos fiéis dizem ter feito isso no último ano.
6.Ser discipulado individualmente por um cristão mais maduro espiritualmente. Menos da metade dos fiéis (47 %) dizem que foram discipulados assim.
O pastor Stetzer entende que quase todos os fiéis querem honrar a Deus, porém mais de um terço indicam que essa obediência não ocorre quando existe um preço a pagar. Essas descobertas sobre a leitura da Bíblia ou falta desse hábito são parte do maior estudo sobre discipulado dos últimos tempos. Os resultados dessa extensa pesquisa sobre a maturidade espiritual continuarão a ser publicados ao longo dos próximos meses.
O objetivo da LifeWay Research com essas entrevistas entre pastores, igrejas e indivíduos visando medir a maturidade espiritual através de um questionário online é preparar material de estudo que supra as carências detectadas nessas entrevistas. Foram preenchidas 2.930 avaliações por cristãos que frequentam regularmente uma igreja evangélica.

sábado, 3 de março de 2012

UMA IGREJA VERDADEIRAMENTE PRÓSPERA-LIÇÃO 10



Texto áureo: “E, a todos quantos andarem conforme esta regra, paz e misericórdia sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gl 6. 16).


Palavra Chave: Igreja: organismo místico composto por todos os que, pela fé, aceitaram a Jesus como único e suficiente salvador, e tem a Palavra de Deus como única regra de fé e conduta.


O termo Israel de Deus refere-se a todo povo de Deus debaixo do novo concerto, todos os salvos, tanto judeus como gentios. Isto quer dizer que pela “cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” estão crucificados para o mundo. Em Gálatas 6. 14 nos diz: “Mas longe esteja de mim gloriar- me, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo”.


A cruz de Cristo, que representa a morte horrível que o Salvador sofreu em prol da nossa salvação eterna, passa a ser a barreira mediante a qual o mundo está isolado de nós, e nós, do mundo. O “mundo” significa tudo quanto se opõe a Deus ao seu Reino e a sua justiça.




Na passagem de Efésios 2. 11-13 nós entendemos que os judeus mais piedosos consideravam os não judeus (gentios) impuros em relação às cerimônias, enquanto eles próprios se sentiam puros e imaculados por causa da herança nacional e de seus ritos religiosos. Paulo insiste que judeus e gentios eram igualmente impuros perante Deus e precisavam ser purificados por Cristo.


A fim de entender a grandeza da dádiva da salvação, precisamos nos lembrar de nossa antiga e impura condição natural. Será que você já se sentiu afastado, excluído e sem esperança? Esses versículos são para você. Ninguém está alienado do amor de Cristo, nem do corpo de crentes (a igreja). Amados, ser parte da igreja de Cristo é reconhecer Jesus como o Messias - as plenitudes das promessas divinas. Essa é a verdadeira prosperidade.


Na passagem de Romanos 11. 1– 5 o apóstolo Paulo afirmou que nem todos os judeus rejeitaram a mensagem de salvação. Ainda existem uns que são fieis. Afinal, o próprio Paulo era judeu, assim como os discípulos de Jesus e quase todos os primeiros missionários cristãos. Elias foi um grande profeta reformista que desafiou o Reino do Norte, Israel, a arrepender-se. Deus escolheu os judeus para formarem o povo por meio do qual o mundo conheceria a salvação. Mas isso não quer dizer que toda nação judaica seria salva; somente aqueles que permaneceram fiéis a Deus foram considerados verdadeiros judeus.


A expressão “a eleição da graça” no versículo 5, refere-se ao desígnio gracioso de Deus ao enviar o seu filho ao mundo para salvar a quantos nEle crerem. A eleição vem do propósito salvífico de Deus “antes da fundação do mundo” (Ef 1. 4) A partir da vinda de Cristo e da sua morte e ressurreição, a eleição inclui todos o que creem e obedecem a Cristo e ao evangelho.

Sendo assim, tanto Deus como o homem atuam na eleição. O alvo da “eleição da graça” é o homem ser santo e inculpável diante de Deus.


Conclusão
A igreja como o “Israel de Deus” tem a missão de representá-lo na terra. Devemos ter plena comunhão com o abençoador que é Deus, e não apenas receber as bênçãos. Isso significa fazer parte do corpo místico que é a igreja. Celebrem o fato de sermos o Israel de Deus, mas não nos esqueçamos das responsabilidades que isso também nos traz. A igreja realmente próspera é aquela que cumpre plenamente a missão que nos confiou o Senhor Jesus.


Bibliografia: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal (CPAD), Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD), Lições Bíblicas da Escola Dominical (CPAD)  

Márcio Andrade

sexta-feira, 2 de março de 2012

PISO SALARIAL DO MAGISTÉRIO É LEI


O Ministério da Educação (MEC) definiu em R$ 1.451 o valor do piso nacional do magistério para 2012, um aumento de 22,22% em relação a 2011. Conforme determina a lei que criou o piso, o reajuste foi calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no mesmo período.
A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.
Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.
Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Alguns governos estaduais e municipais criticam o critério de reajuste e defendem que o valor deveria ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), como ocorre com outras carreiras.
Na Câmara dos Deputados, tramita um projeto de lei que pretende alterar o parâmetro de correção do piso para a variação da inflação. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março com o objetivo de cobrar o cumprimento da Lei do Piso.
Fonte: Yahoo Notícias

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

AS CONSEQUÊNCIAS DO JUGO DESIGUAL


INTRODUÇÃO
O casamento não é um contrato social. É a união divinamente dirigida, de um homem com uma mulher, com o objetivo de constituir família e servir e adorar a Deus. Essa união deve ser entendida no sentido amplo e abrangente; trata-se de uma união, ao mesmo tempo, espiritual, física e social.
O casamento é a única forma de união consagrada por Deus para a constituição da família, objetivando o bem-estar do ser humano em todos os aspectos da vida. Foi o próprio Deus quem instituiu o matrimônio. Na Bíblia, vemos o casamento elevado a um nível bem alto, como observamos na Epístola aos Hebreus 13.4: “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros Deus os julgará”.
Nesta aula estudaremos acerca do casamento misto; veremos como o cristão deve encarar o casamento, e compreender que as uniões mistas prejudicam o povo de Deus. Deus nunca aprovou a união dos israelitas com os outros povos. Todas as vezes que Israel desobedeceu à ordenança do Senhor sobre o casamento misto, sofreu duras consequências. Da mesma forma também não é da vontade de Deus o casamento entre o fiel e o infiel; a Bíblia chama isso de jugo desigual. Como pode haver comunhão genuína entre o casal, que não concorda entre si sobre questões espirituais? Diz a Bíblia: “
Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”(Os 3:3).
I. O CASAMENTO NO ANTIGO TESTAMENTONão é de hoje que o assunto “casamento misto” vem sendo apresentado nas Escrituras como um dos grandes perigos ao Reino de Deus, desde a fundação de Israel até os dias da Igreja. Há pessoas que pensam que Deus tem em mente, proibindo os casamentos mistos, tirar a alegria de um casal que pretende se unir pelos laços do matrimônio. O que o Senhor deseja é ver preservada a comunhão com Ele. O Senhor mesmo instituiu o casamento como uma regra, mas deixou claro uma exceção: a união entre quem pertence ao povo de Deus com uma pessoa que não pertence ao povo de Deus. Deuteronômio 7:3,4 deixa claro a forma com que os israelitas deveriam se portar quando entrassem na terra prometida: não deveriam realizar pactos de paz com as nações que lá existiam, e principalmente não aparentar-se com elas. O princípio ordenado por Deus aos israelitas é que eles reconheçam o Senhor como único e verdadeiro Deus.
1. A natureza do casamento. O casamento tem por objetivo não somente a necessidade do homem de procriação e de companhia, mas também de satisfazer suas necessidades sexuais. Na cidade de Corinto a imoralidade sexual era descomedida e sem limite. E os cristãos daquela igreja, principalmente os incautos e os solteiros, corriam sério perigo em sua vida espiritual e no padrão moral familiar. Tal como era naquela cidade, acontece hoje. Por isso a recomendação de Paulo sobre a necessidade do casamento é bastante clínica: “mas, por causa da prostituição, tenha cada homem sua própria mulher e cada mulher seu próprio marido“(1Co 7:2). Este versículo mostra que o casamento trata de uma aliança monogâmica e heterossexual, comprometendo um homem e uma única mulher(Gn 1:26,27; 2:18; 3:16). Portanto, o ajuntamento homossexual é uma excentricidade e uma abominação aos olhos de Deus(ler Lv 18:22).
Também, o texto de 1Corintios 7:2 estabelece o princípio de que a ordem de Deus para seu povo permanece como sempre foi, a saber, que cada pessoa deve ter apenas um cônjuge - é o princípio da monogamia; a afirmação de que cada homem deve ter a sua própria mulher implica monogamia.
O escritor aos Hebreus diz que devemos respeitar o casamento e que este deve ser constituído “sem mácula“, ou seja, sem mancha (Hb 13:4). Qual seria a mancha deste casamento? O mesmo texto que nos manda respeitar o casamento responde: a prostituição, ou seja, a impureza sexual (que envolve toda e qualquer prática sexual antes do casamento) e o adultério (que é a prática sexual de um casado com quem não é seu cônjuge).
O casamento entre o homem e uma mulher quando é realizado com amor recíproco preserva e protege a pureza moral da sociedade a partir da família.
O casamento é uma aliança, um pacto, então não deve ser quebrado. Se o nosso Deus é um Deus de aliança, e Ele não quebra nem permite quebra de aliança, também não permite que o casamento seja quebrado. Como Deus não se divorcia do seu povo, assim ele não permite que marido e mulher se divorciem. Divorciar-se é quebrar o matrimônio da Aliança. Lemos em Malaquias 2:16: “Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio…”.
Precisamos compreender o texto de Mateus 19:1-7 em que Jesus diz que o divórcio é proibido, mas que foi permitido por causa da dureza do coração. Deus nunca intencionou o divórcio, pois este contraria a essência do casamento como uma aliança que nunca deverá ser quebrada, anulada. Você então pergunta: Por que foi dada a permissão para o divórcio conforme Mateus 19:7? Jesus responde em Mateus 19:9: “Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério…”. Note bem que a única razão para o divórcio conforme Jesus é o adultério, e isto para proteger a parte inocente, e não para dar às pessoas uma maneira fácil de cair fora de um relacionamento desagradável. Fora do adultério, o casamento só pode ser dissolvido pela morte. Divórcio é o atestado do pecado humano.
2. Casamentos proibidos. O povo de Israel recebeu advertências enérgicas de não se misturar com as nações pagãs e idólatras que habitavam em Canaã (Dt 7:1-5). Deus havia escolhido Israel para ser o seu povo próprio, separado para Ele(ler Dt 7:6-11). Não desejava que fosse como as outras nações. Não o escolheu por ser mais numeroso (era o menor de todos os povos). Escolheu-o simplesmente porque o amava e desejava que lhe obedecesse em todas as coisas, inclusive não promovendo matrimônios com pessoas fora da sua linhagem.
Neemias usou como exemplo os erros de Salomão para ensinar o seu povo (Ne 13:26). Se um dos maiores reis de Israel caiu por causa da influência dos incrédulos, outras pessoas também poderiam cair. Neemias enxergou este principio no exemplo de Salomão. Seus dons e pontos fortes não terão beneficio algum se você falhar em lidar com suas fraquezas. Embora Salomão tenha sido um grande rei, seus casamentos com mulheres estrangeiras trouxeram uma grande tragédia para todo o seu reino (ler 1Reis cap. 11). Sob a influência de suas mulheres estrangeiras, Salomão construiu altares aos deuses estranhos, caindo assim no pecado da idolatria (ler 1Rs 11:6-8). Uma propensão ao pecado deve ser rapidamente reconhecida e tratada; caso contrario, ela pode nos dominar e derrubar. Portanto, devemos ter cuidado com as uniões que vão de encontro aos princípios estabelecidos por Deus ao seu povo, exarados na Bíblia Sagrada.

II. O CASAMENTO MISTO NO TEMPO DE NEEMIAS
1. A constatação do erro.
Não sabemos o motivo dos casamentos mistos entre os israelitas, mas sabemos que Deus se desagradara deles, e que exigia uma mudança urgente daquela situação. Neemias relata que houve consenso entre os filhos de Israel, de não entregarem suas filhas para os povos da terra, nem desses povos tomarem esposas para seus filhos (Ne 10:30). Mas quando do seu retorno à Jerusalém, constatou que havia irregularidades em muitos casamentos, até mesmo na linhagem sacerdotal (Ne 13:28); o mesmo erro que levou Salomão à queda espiritual(Ne 13:26; veja 1Rs 11:5). Ele disse: “Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdonitas, amonitas e moabitas“(Ne 13:23). Agora, deveriam se separar dos seus cônjuges estrangeiros (Ne 13:30). Deve ter sido uma situação muito difícil para aqueles homens. Não é fácil cortar laços familiares antigos, mas Deus o exigiu, a fim de que o povo pudesse ser abençoado e cumprisse os mandamentos do Senhor. É claro que para a Igreja isso não seria aplicável (ler 1Co 7:12,13). O compêndio doutrinário da Igreja é o Novo Testamento; não estamos mais debaixo da lei, mas da Graça de Deus (cf Rm 6:14). Todavia, a admoestação do apóstolo Paulo é que os crentes devem casar “no Senhor” (cf 1Co 7:39). Isso significa, em primeiro lugar, que a pessoa cristã deve casar-se com uma pessoa, também, cristã, desde que seja “no Senhor“, ou seja, “segundo a vontade do Senhor“. Em outras palavras, a pessoa cristã pode casar-se com uma pessoa, também, cristã e, ainda assim, estar fora da vontade do Senhor. A pessoa deve buscar a orientação de Deus nessa importante questão e casar-se com a pessoa que Deus preparou para ela.
Entre as diversas formas com que Deus pode ser esquecido como único e verdadeiro Deus é justamente quando um de seus filhos ou filhas resolve se unir com quem não é filho dEle. Esse tipo de convivência tende a suprimir a fé de um dos cônjuges, e afastá-lo de suas crenças e culto. Essa é uma forma de se negar a Deus, e começa justamente pelos sentimentos que um(a) crente nutre por um(a) não-crente. Isto pode parecer radical para algumas pessoas hoje, mas Deus deixa claro o motivo: “pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses”(Dt 7:4). Portanto, Deus, em sua sabedoria, determinou que o povo fosse preservado em sua fé também a partir do matrimonio.
2. As consequências do casamento misto. O casamento misto sempre foi um problema na história do povo de Deus. O dilúvio foi provocado quando os filhos de Deus se casaram com as filhas dos homens, ou seja, quando houve casamentos entre aqueles que serviam a Deus com aqueles que não O serviam (Gn 6:1-3). Mais tarde, quando o povo de Israel entrou na Terra Prometida, o casamento misto foi uma das causas da apostasia espiritual da nação, desaguando no cativeiro babilônico (Êx 34:16). Ao tirar Israel do Egito, Deus ordenou-lhe, de modo claro e veemente, que não se misturasse com outros povos (cf Ex 34:12,16).
O casamento misto pode provocar: conflitos conjugais, desmoronamento do lar, perda das referencias culturais e espirituais (Ne 13:23-29). Veja o que Neemias diz: “E seus filhos falavam meio asdonita e não podiam falar judaico, senão segundo a língua do povo“(Ne 13:24). O que Neemais quis dizer aqui? Perda de referencias culturais e, também, espirituais. Os filhos desses casamentos mistos não conseguiam falar a língua de Israel de forma correta, mas falavam a língua dos países dos quais um de seus pais era oriundo; isto significava que elas não estava sendo educadas no caminho de Deus(Lv 20:7), mas educadas na cultura pagã e, sem dúvida, nos seus ritos pagãos. Isso deixou Neemias bastante irritado, a ponto de agir de forma violenta contra alguns deles (Ne 13:25).
Não é muito diferente na igreja hoje. Há jovens em nossas congregações que se enamoram não crentes, imaginando que no relacionamento poderão ganhá-los para Jesus, como se o namoro fosse uma forma adequada de evangelismo. Essa “estratégia” não tem o apoio do Senhor, até porque o nosso testemunho fala mais alto quando obedecemos a Deus, e não quando o desobedecemos em assuntos tão importantes como esse.
Portanto, o motivo para proibirem o casamento misto não era racial, mas espiritual. A questão não era preconceito racial, mas pureza doutrinária. A mistura de credos levaria ao afrouxamento das relações com Deus. Esdras (Ed 9:1-3), Neemias (13:23- 29) e Malaquias (Ml 2:10-16) confrontaram esse problema de forma firme depois do cativeiro babilônico.
Os casamentos mistos foram tão sérios em Israel que até filhos de sacerdotes se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10:18; cf Ne 13:28). Isto quase atingiu fatalmente o coração da religião judaica. Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, casou-se com uma filha de Sambalate, o grande inimigo dos judeus (cf Ne 13:28).
Portanto, o princípio espiritual de se evitar o casamento misto é lealdade a Deus. Essas uniões mistas com estrangeiros pagãos eram condenadas pela lei (Ex 34:12-16; Dt 7:3; Ed 9:12,14), mas era permitida quando o estrangeiro era convertido a Deus. Rute, por exemplo, sendo moabita, casou-se com Boaz e tornou-se membro da família genealógica do Messias.

III. RESPONSABILIDADE MINISTERIAL ACERCA DO CASAMENTO
1. O jugo desigual.
O povo de Israel havia prometido não permitir que seus filhos se casassem com pagãos (Ne 10:30). Mas na ausência de Neemias o povo havia se casado com pagãos, desobedecendo, ostensivamente, a aliança que havia previamente firmada com Deus. Neemias ficou indignado com a desobediência do povo. A reação de Neemias foi bastante enérgica e contundente (Ne 13:25). Ele adotou várias medidas saneadoras tanto na administração da cidade quanto no exercício do santo ministério. Ele sabia que o povo jamais teria a benção de Deus se continuasse a misturar-se com os idólatras. O severo tratamento aplicado por Neemias aos israelitas que quebraram o pacto com Deus contrasta sua profunda fidelidade a Deus e a negligencia, desobediência e infidelidade do povo (ver também Esdras 10:3). O jugo desigual não era e nem é permitido.
Não podemos ignorar os perigos do jugo desigual. O apostolo Paulo, escrevendo sob a influência e inspiração do Espírito Santo, diz que precisamos nos separar dos incrédulos e não nos envolvermos em alianças ou sociedades com eles. Ele admoesta: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?“(2Co 6:14).
A palavra “jugo” refere-se à canga, um implemento de madeira, utilizado para prender uma junta de bois pelo pescoço e ligá-los à carroça ou ao arado. Se alguém tentasse prender um boi com uma mula por meio do jugo, o resultado seria desastroso, pois eles não trabalhariam bem em conjunto (ler Dt 22:10). Dois bois ou duas mulas seriam bons, mas as diferenças de temperamento e de tamanho entre bois e mulas não permite combinar os dois. O ponto aqui é que os crentes precisam evitar qualquer situação em que fiquem em jugo desigual com um incrédulo. Isso inclui exemplos como namoro, casamento, sociedades nos negócios, associações voluntárias (clubes, etc.) por meio das quais aqueles que não têm os mesmos valores espirituais possam exercer pressão sobre você. As amizades íntimas com as pessoas erradas também devem ser evitadas.
2. As consequências do jugo desigual. O casamento é considerado um pacto entre duas pessoas e Deus (Pv 2:17; Ml 2:14). Assim, o casamento misto(jugo desigual) corrói a própria base do casamento. O lar deve ser a base da sociedade, a estrutura sobre a qual uma nação se constrói. O Novo Testamento testemunha contra o casamento de cristãos com incrédulos. Como já frisei acima, Paulo pede aos cristãos que se casem “somente no Senhor“(1Co 7:39). Hoje, porém, como em outras épocas, alguns cristãos tentam apresentar boas justificativas, imaginando que conseguirão levar o cônjuge incrédulo a Cristo. Todavia, isso raramente acontece, e os filhos tendem a seguir o caminho do cônjuge não regenerado, à semelhança das crianças israelitas do tempo de Neemias, que não possuíam quaisquer referencias espirituais. E muitos, que no inicio era cristão, com o decorrer do tempo se tornam apóstatas por influencia do outro cônjuge descrente.
Querido irmão, tudo aquilo que não contribui em coisa alguma para nossa aproximação com Deus deve ser evitado. Portanto, quando formos meditar sobre esta ou aquela conduta, lembremo-nos que o que está em jogo é o nosso relacionamento com Deus e que Deus quer que nós nos santifiquemos.
3. Uma recomendação sempre atual. Com relação ao casamento misto, o rev. Hernandes Dias Lopes aponta três possibilidades: (1) o cônjuge incrédulo não se converter; (2) o cônjuge incrédulo converter-se; (3) o cônjuge crente afastar-se da igreja. Setenta e cinco por cento dos casamentos mistos tornam-se experiências amargas para o cônjuge crente. Você teria coragem de pegar um vôo para determinado destino sabendo que naquela rota 75% dos vôos estão caindo? Você se aventuraria num casamento misto, sabendo que 75% por cento deles estão naufragando ou enfrentando sérios problemas?
Os jovens precisam se acautelar nessa área vital da vida. Creio que todo jovem crente precisa observar alguns aspectos antes de dizer sim no altar. A pessoa com quem vai se casar já nasceu de novo? É uma pessoa que tem caráter aprovado? Ela possui valores familiares sólidos? É uma pessoa que respeita os pais? Ela respeita você? Essa pessoa ama você e demonstra isso em palavras e atitudes? Seus pais apóiam esse relacionamento? As pessoas que acompanham você testificam positivamente acerca desse relacionamento? Pense nisso!
Sejamos cautelosos e prudentes ao tomarmos decisões que influenciarão as nossas vidas para sempre. A exemplo de Neemias, oremos ao Senhor, pedindo-lhe que venha abençoar e purificar o seu povo(Ne 13:29)!

CONCLUSÃO
Água e óleo não se misturam,
porque são substancias heterogêneas. Com os casamentos mistos acontece a mesma coisa, ou seja, humanamente pode haver uma ligeira impressão de unidade, mas Deus não vê assim. Isto significa que casamentos, cujos cônjuges professam fé diferente e que não tem a Bíblia como regra de fé e pratica é como água e óleo num mesmo recipiente, não há unidade. Como andarão juntos se não professam a mesma fé? Qual educação religiosa prevalecerá em relação aos filhos? Em que tipo de fé serão ensinados? Sigamos,a ordem do Senhor de não contrair matrimonio com os infiéis, para que tenhamos uma família abençoada por Ele. Amém?

Fonte: ebdweb

ASSEMBLEIA DE DEUS EM VIÇOSA COMEMORA DIA DA BÍBLIA


    A Assembléia de Deus em Viçosa localizada no zona da Mata do Estado de alagoas, igreja liderada pelo pastor Donizete Inácio de Melo, realizou na tarde de domingo(11) uma brilhante concentração em comemoração ao dia da Bíblia.

     Foi uma tarde marcante para a igreja na cidade, e um presente para os moradores do conjunto Residencial Cidade de Deus especificamente. Depois de realizar uma distribuição de folhetos em massa, foi realizada uma belíssima concentração na “praça da carvalhada” assim denominada. Os departamentos de adolescentes, jovens e senhoras abrilhantaram a tarde de domingo louvando ao Senhor acompanhados pelo som do acordeon tocado pela irmã Ana Domingos.
  
    Um riquíssimo e emocionante histórico da Bíblia foi lido pelo jovem Cícero Ferreira, ao tempo que todos ouviam com intensa atenção. Lido o referido histórico, alguns irmãos fizeram uso da mensagem salvadora. Ao término, o pastor Donizete inspirado por Deus, convocou a todos à fazer uma oração especial pela cidade. Em forma de círculo e de mãos estendidas  os crentes em Jesus intercederam fervorosamente ao Senhor em prol da cidade Viçosa, a bela Princesa das Matas assim conhecida. Glorificamos a Deus por duas senhoras que ao ouvir atentamente a mensagem salvadora,  aceitaram a Cristo como Salvador e Senhor  de suas vidas.

TODA HONRA, GLÓRIA LOUVOR E ADORAÇÃO SEJA TRIBUTADO AO SENHOR DOS SENHORES.

O sol causticante não impediu a juventude

Pai, mãe e filho na percussão

Momento da intercessão

Senhoras louvando ao Senhor

Pastor Donizete pregando a Palavra


Jovens e adolescentes louvando ao Senhor

Hora da intercessão
Dc. Marcos pregando
Ouvinte atento ao folheto

Edmilton, o sonoplasta a AD-Viçosa


Fonte: EBD Em Ação

domingo, 30 de outubro de 2011

ENCERRAMENTO DO 4º CONGRESSO DE MULHERES DA AD VIÇOSA-AL



         A igreja de Cristo em Viçosa Alagoas, foi agraciada  de forma surpreendente durante os quatro dias de congresso nesse final de semana. Curas divina, batismo com Espírito Santo, salvação de almas renovação e demais bênçãos poderam ser vista pelo povo de Deus levando assim admiração por toda comunidade viçosense. 

      Nesse domingo foi realizado encerramento  do inesquecível evento. A programção da culminância do referido congresso, deu-se início às 14:00 hs com o momento de oração, seguido de um caloroso momento de louvor com a participação dos órgãos que servem ao Senhor no templo sede.    

     Logo em seguida, após apresentado e acolhido pela igreja, o Pastor Evanuel Olegário (SP), fez uso do texto bíblico de 2 Timóteo 1. 3,5, lido o texto, o preletor fez um riquíssimo relato histórico da vida do apóstolo Paulo. Sequecialmente fez menção de Loid e Eunice levando a igreja entender o caminho que Deus o levaria na sua linha de pensamento.

   Apresentando as características das respectivas personagens bíblicas, e discorrendo no texto supra, enfatizou o pastor Olegário: "Hoje estaremos a aprender com mulheres que fizeram história pela fé", enriquecendo o seu pensamento com a frase supra citada, o servo de Deus fez diversas citações de mulheres que venceram e fizeram história pela fé, a exemplo de Ana, Sara, Rute, Joquebede,dentre outras. Deus tratou de maneira extraordinária com as mulheres cristãs ao tempo que era ministrada a mensagem.   

Pr. Donizete e Pr. Evanuel Olegário(SP)

Pr. Evanuel Olegário (SP)








Noite

              Depois de edificados com a mensagem vespertina, os crentes em Jesus superlotaram o Santo Templo a fim de render graças ao Senhor pelas ricas bênçãos recebidas no decorrer do evento.

           Mediante o expressivo número de pessoas, tornou-se impossível para comportar o tamanho número de crentes, visitantes e convidados como também um bom número de pessoas não crentes. Foi instalado um telão em frente ao templo a fim de que todos os presentes tornassem participantes das bênçaos de Deus.

         Na ocasião, o pastor Evanuel tomou como base para sua preleção o Salmo 24. Mas uma vez o Senhor mostrou seu amor para consco. O Espírito Santo de Deus tomou o pregador de forma poderosíssima e os crentes poderam sentir a graça e a glória do Senhor maravilhosamente.

     Ao terminar a mensagem o amado pastor fez o apelõ para as pessoas não crentes e no momento a igreja foi envadida com poder salvador e 13 pessoas aceitaram a Cristo debaixo de muita glória em expressiva gratidão a Deus.

      Pastor Donizete Inácio externou toda gratidão a Deus, a equipe de Coordenção, aos pregadores, a igreja aos convidados e todos que fizeram com que o evento acontecesse.

AO SENHOR SEJA DADA A HONRA, A GLÓRIA, O LOUVOR E TODA ADORAÇÃO.





Treze pessoas se rendem a Cristo

Fonte: EBD em Ação